Dia das mães, a realidade por traz da data

Foto: Fernando Frazão/Agencia Brasil

Sempre no segundo domingo de maio, as mães brasileiras recebem abraços, beijos e várias homenagens, o que é muito positivo. Mas como é ser mãe em tempo integral. A marca de gelatinas Royal realizou uma pesquisa para descobrir qual é o perfil da mãe e chegou a constatações interessantes, como o fato de 51% das brasileiras serem mães e não haver mudanças significativas entre a qualidade do tempo passado com os filhos entre aquelas que trabalham e as que são donas de casa.


A pesquisa ouviu mulheres de diferentes classes sociais (A,B e C), gostos e idades e descobriu que:

- 46% das mães admitem que não conseguem dividir bem o tempo entre todas as tarefas realizadas;

- 43% não conseguem administrar o tempo gasto entre filhos, marido/ namorado e trabalho;

- 37% trabalham muito e sentem que têm pouco tempo para os filhos;

-61% se dizem preocupadas com a aparência;

- 67% disseram que ainda não conseguiram perder os quilos a mais que vieram com a gestação;

- 53% diminuíram o tempo de trabalho para se dedicar aos filhos;

- 35% pararam de trabalhar depois que se tornaram mães;

- 94% gostam de conversar com os filhos e ouvir suas histórias;

- 91% costumam brincar com os filhos.


O resultado da pesquisa demonstrou o que já se sabia: a maternidade transforma completamente a vida da mulher e 90% delas se sentem satisfeitas no papel de mãe. Apesar de ser trabalhoso, 76% das mães afirmaram que não se sentem cansadas e estressadas por causa dos filhos, mesmo que 45% das mães entrevistadas tenham afirmado que não contam com nenhuma ajuda para cuidar da prole.

As mães também demonstraram sentir-se inseguras e culpadas em relação aos filhos, e 84% das mães brasileiras falaram que estão sempre preocupadas se estão no caminho certo para a educação dos filhos e costumam buscar conselhos com outras mães, profissionais e até na internet. Enquanto 49% das mães disseram que contam com a influência das mães e sogras para auxiliá-las na educação dos filhos e transmissão de valores, 36% disseram que seguem a direção oposta à da educação que receberam, se inspirando em outras mães.

Apesar de todas as dúvidas e questionamentos e do desafio de equilibrar os múltiplos papéis na vida da mulher, 95% das mães admitem que mesmo os momentos simples passados com os filhos são especiais e que a maternidade vale a pena.

Fonte: Terra.com.br


Origem da data

Tudo começou na Grécia e Roma antiga

Essa celebração teve origem na Grécia e Roma Antiga, mais precisamente nas festas primaveris. Nesses eventos aconteciam os cultos de adoração às divindades que representavam as mães, como as Deusas Reia, mãe dos deuses, ou Cibele, a Deusa mãe romana, conhecida também por Magna Mater.

Com o passar do tempo, essa celebração foi crescendo e adquirindo lugar de destaque nas datas comemorativas, sendo festejada em quase todas as partes do mundo, em diferentes épocas.

Na Inglaterra, surge o Mothering Day no século XVII

No século XVII a Inglaterra surge como motivadora dos eventos e comemorações em homenagem às mães. Lá a data é celebrada no quarto domingo da Quaresma e denominado de "Mothering Day". Desde então, os operários passaram a ter esse dia de folga com o intuito de visitarem suas mães.

Nos Estados Unidos, no início do Século XX, a data como a conhecemos se populariza

A celebração ganhou maior visibilidade a partir dos esforços de Anna Jarvis (1864-1948), uma jovem norte-americana que havia perdido sua mãe, a ativista Ann Maria Reeves Jarvis, em 1905.

Fonte: todamateria.com.br


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